quinta-feira, 26 de junho de 2014

Paulo recebe apoio do PP e ouve Igreja Católica

Com a família, Paulo comemora as vitórias da seleção e a adesão do PP à Frente Popular

A confirmação do apoio do PP ao pré-candidato da Frente Popular ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), aumenta ainda mais a união em torno da continuidade do projeto implantado pelo ex-governador Eduardo Campos (PSB). O PP é o 21º partido a integrar a sua coligação, a maior aliança partidária já constituída para uma eleição estadual em Pernambuco. 

"Ficamos muito felizes. Trata-se de uma confirmação, uma vez que o PP está junto à Frente Popular desde a eleição de Eduardo Campos, em 2006. O partido entendeu que no Estado o melhor é permanecer caminhando conosco e continuar construindo esse Pernambuco que a gente quer que avance cada vez mais", avaliou Paulo Câmara, demonstrando confiança de que a legenda aliada também confirme o apoio ao pré-candidato ao Senado, Fernando Bezerra Coelho (PSB).

O presidente estadual do PP, deputado federal Eduardo da Fonte, adiantou, nesta quarta-feira (25), a decisão que deve ser formalizada nesta sexta-feira (27). Segundo o parlamentar, foram ouvidos os 170 diretórios municipais do PP em Pernambuco, além das bancadas federal e estadual, para que fosse tomada uma posição de maneira democrática e unânime. 

COM A IGREJA CATÓLICA

Paulo Câmara foi recebido, nesta quarta-feira (25), pelo Arcebispo de Recife e Olinda, Dom Fernando Saburido, para expor algumas de suas diretrizes do Programa Governo e ouvir sugestões do sacerdote. 

O socialista, que estava acompanhado de seu vice, Raul Henry (PMDB), vem se reunindo com representantes de diversos setores da sociedade, incluindo lideranças religiosas. Educação, Saúde e Segurança foram temas abordados na conversa. 

O representante da Igreja Católica entregou aos postulantes um documento elaborado em maio, na 52ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com recomendações e posicionamentos referentes às eleições de 2014. 

Crédito: Wagner Ramos

Com três pré-candidatos a deputado, Câmara de Garanhuns vive bom momento político

Audiência Pública da Saúde na Câmara Municipal

Neste momento, a Câmara de Vereadores de Garanhuns tem três pré-candidatos a Deputado Estadual, Sivaldo Albino, Gersinho Filho e Zaqueu Lins. Há pouco tempo tinha até mais, pois outros também foram sondados, principalmente o presidente do Poder Legislativo, Audálio Filho, que tinha a simpatia popular e do governo municipal, mas seu partido, o PSDC, não fez parte da aliança com Armando Monteiro, o que, em tese, inviabilizou uma candidatura.

Audiência Pública debate Educação Municipal
Aliás, Izaías Régis afirmou várias vezes que seu candidato sairia da Câmara Municipal, e aí cumpriu com a palavra. Zaqueu Lins (PDT) foi anunciado candidato do grupo governista.

Gersinho Filho tem o apoio do seu partido, o Solidariedade, para a candidatura. O presidente regional da legenda, Augusto Coutinho tem incentivado e há poucos dias da convenção, seu nome está colocado. Pode ser mais um nome de Garanhuns, em uma campanha na qual precisamos ser bairristas.

E Sivaldo Albino conseguiu uma façanha, unir os socialistas em Garanhuns, mesmo sendo do PPS, melhor ainda, fazer uma dobradinha com Tadeu Alencar, um dos melhores nomes do PSB, já que foi um dos personagens fortes do Governo Eduardo Campos. Sivaldo tem apoios importantes de lideranças políticas, sociais e empresariais de Garanhuns.

Câmara resgata Direitos Políticos de cassados na Ditadura
Com estas três candidaturas não há como negar que o Poder Legislativo de Garanhuns passa por um momento de exposição positiva. Seria importante que toda a casa ficasse com candidatos de nossa cidade.

Críticas sempre vão existir, e devem, mas o que queremos registrar é o bom momento político vivido pela Casa Legislativa, cuja atual mesa diretora apostou na aproximação com a sociedade, abrindo a casa para os trabalhadores e movimentos sociais, debatendo o município e suas demandas. 

Somadas a este processo, a atuação política pessoal de cada parlamentar, que buscaram seus espaços e construíram seus projetos.

Garanhuns tem outros pré-candidatos como Damásio (Estadual) e Claudomira (Federal), que até suas candidaturas a vereadores acabaram por impulsionar seus nomes. Paulo Camelo, que deve disputar para federal já é mais conhecido do eleitorado por disputar já algumas vezes uma vaga no Congresso Nacional.

Imagens da forte chuva em Recife



Recife amanheceu embaixo d'água, e em cima também, ou melhor.. Água por todos os lados! Alagamentos em diversos bairros da cidade estão deixando o trânsito ainda mais caótico. E a previsão é de mais chuva!

Segundo o G1, nas últimas 24 horas, choveu cerca de 58 milímetros, de acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). A precipitação equivale a 25% do previsto para todo o mês de junho, ou uma semana de chuva. 

Ah! Hoje tem EUA e Alemanha na Arena Pernambuco.



Imagens enviada por leitores ao twitter do Diário de Pernambuco.

Entre Dilma e Aécio, pra que lado Eduardo iria?


Creio que ninguém tem dúvidas que se Eduardo Campos chegar ao segundo turno, cada vez mais provável que aconteça, ele tem o apoio do terceiro colocado, sendo ele Dilma ou Aécio. É que o PT e o PSDB são adversários históricos, antagônicos, e Eduardo tem neste momento interseções com os dois lados. Critica o governo, mas fez parte dele durante muito tempo, e seu discurso crítico o aproxima da oposição. Por isto, pode receber naturalmente apoio de petistas e tucanos.

Mas e se Eduardo for o terceiro, pra que lado pende?

Mesmo em conversas com Aécio Neves, em algumas dobradinhas estaduais e até buscando formas de garantir o segundo turno em nível federal, Eduardo ainda tem mais o perfil de centro-esquerda, embora cada vez mais centro, e isto o devolve ao governo. Tem ainda o fator Lula.

Mas em um provável segundo turno, não será apenas uma volta a conversar com o governo Dilma. Para pisar em seu palanque muita coisa seria dita, rearrumada e projetada para a mudança do governo. Em seu discurso atual, o Brasil tem crescido menos do que pode, e do que tinha com Lula.

Não adianta perguntar a um socialista sobre esta hipótese, pois é cada vez mais presente a crença de que Eduardo será presidente do Brasil, sendo ele o adversário de Dilma no segundo turno.

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