quinta-feira, 31 de maio de 2012

Seleção Pública para médicos do estado está prorrogada até esta sexta-feira

A Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco prorrogou as inscrições da seleção pública para 60 vagas de médicos. O salário é de R$ 5.500.

São 22 vagas para médicos pediatras, 29 para médicos tocoginecologistas, 3 para médicos neurologistas, 3 para médicos cirurgiões gerais, 2 para médicos neurocirurgiões e 1 para médico intensivista adulto.

Os profissionais vão trabalhar nos hospitais HEMOPE, Hospital Regional do Agreste (Caruaru) e Hospitais Regionais: Dom Moura (Garanhuns), Ruy de Barros Correia (Arcoverde), Inácio de Sá (Salgueiro), Emília Câmara (Afogados da Ingazeira) e Professor Agamenon Magalhães – HOSPAM (Serra Talhada).

A jornada de trabalho será em regime de plantão, sendo um plantão de 24 horas semanais ou dois plantões de 12 horas semanais.

As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de junho. Não há cobrança de taxa de inscrição.

Os candidatos devem enviar ou entregar o formulário de inscrição na Diretoria Geral de Gestão do Trabalho, localizada na Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519. Também é preciso apresentar cópia RG, CPF, diploma ou Declaração de conclusão do curso de Medicina emitida por instituição reconhecida pelo MEC, carteira do conselho regional de medicina e declaração de inscrição, comprovação de experiência mínima de seis meses, comprovação de residência e cópias de todos os certificados, certidões, comprovantes e declarações a serem pontuados na avaliação curricular.

A seleção dos candidatos será feita por análise curricular.

Os aprovados serão contratados por um prazo de 24 meses.

ELEIÇÃO NA CAPITAL: O PT já perdeu, mesmo que ganhe!


Fato: A pendenga na capital acabou por diminuir a densidade política dos principais nomes do PT em Pernambuco. Vejamos.

O prefeito João da Costa, eleito em primeiro turno não conseguiu nem o apoio do seu próprio partido à sua reeleição. João Paulo que saiu nos braços do povo, e teria até certa facilidade em se eleger foi rifado pelo próprio PT. Inexplicável. O partido tem o homem que todo mundo quer votar nele, no entanto, não colocou seu nome no jogo. João Paulo até tentou, mas acabou enfraquecido, perdeu seu cacife na capítal para o atual prefeito e também a queda de braço para Humberto Costa. João Paulo foi rebaixado de coronel a soldado. Aliás, João Paulo também titubeou ao não sair do PT para disputar por outro partido, teve várias portas escancaradas e poderia hoje estar consolidado na liderança da corrida sucessória.

O PT teve todo tempo a dobradinha perfeita, João Paulo para prefeito e Humberto para governador, mas como um doce, parece que passou do ponto, açucarou.

Mauricio Rands se reelegeu deputado federal, e já na primeira legislatura em Brasília se destacou, sendo um dos homens mais fortes da tropa de choque do governo Lula, a ponto de ter seu nome lembrado para ser ministro. Trocou Brasília pelo governo Eduardo Campos, pois queria aparecer mais no estado, trabalhando seu nome para disputas ao executivo. Com bom trânsito no partido e no governo, foi o nome usado para tentar defenestrar a candidatura de João da Costa, que mesmo em constante turbulência venceu Rands.
Ao levar o trauma para a Executiva Nacional, acabou tendo que desistir para dar espaço à candidatura de Humberto, que deveria ser de consenso, por indicação de Lula, que ouviu Eduardo Campos. 
Ou seja, o PT discutiu, discutiu, discutiu e quem decidiu foi o governador, que capitaliza como o mestre político. Mais uma vez!

Perde Fernando Ferro, deputado federal e voz quase isolada no partido na defesa do prefeito João da Costa.

A Executiva\ Estadual do PT também perde, pois não conseguiu em momento algum unir o partido e toda roupa suja virou manchete de jornal.

Mas um dos maiores perdedores pode até ganhar a eleição, Humberto Costa. Senador atuante, ex-líder do partido em Brasília, o ex-ministro da saúde vem a quase uma década buscando o Palácio do Campo das Princesas, e quando está mais próximo do que nunca, é obrigado a dar um passo para trás, assumindo a missão quase impossível de unir o inagrupável PT. Ganhando ou perdendo esta eleição, Humberto e a estrela vermelha praticamente dão adeus ao sonho de governar pernambuco, sendo grande a possibilidade de continuar com a Frente Popular e apoiar o candidato do PSB, que neste momento seria Tadeu Alencar. Se Humberto vence na capital, deve governar. Se perde, será mais uma derrota para somar em sua carreira política, com repercussão negativa para 2014.

Perde também o PT do interior do estado, e todos os seus candidatos em 2012, pois é lógico que Humberto Costa, estrela maior do partido em Pernambuco, já não poderá estar presente em tantos municípios como tem feito, pois estará fazendo sua própria campanha. Exemplo: A pré-candidatura de Rosa Quidute em Garanhuns era sustentada neste princípio pelas declarações de Humberto, que chegou a falar em seu nome até no anúncio da reunião sobre a FAMEG em Brasília.

O PT tinha vários candidatos antes de Humberto, e conseguiu queimar todos os seus cartuchos: João da Costa, João Paulo e Maurício Rands.

E olha que ainda tem a eleição, imagina se Humberto perde. O estrago no PT poderá ser irremediável novamente por mais de uma década.

IMPRESSIONANTE: As mãos de Hélder Carvalho



Vai até 23 de junho em cartaz no Sesc Garanhuns a exposição “Mãos”, do fotógrafo Hélder Carvalho. Com entrada franca, das 9h às 21h, na Galeria de Artes Ronaldo White.

É impressionante! Imagens repletas de vários significados. A cada nova foto, sentimentos e realidades se misturam, como se o cotidiano e o imaginário fossem a mesma coisa.

Dois olhares sobre o mesmo foco, o de verdade, onde a obra retrata diretamente, e que muitas vezes o olhar não capta.

E o outro olhar, o do artista, que vê além da imagem, que busca o sentimento, a paixão, o sentido do fazer, do existir, do querer...

E no gestual do presidente, do vendedor ambulante, do pedinte, do artista, etc, as mãos são as grandes protagonistas, elas se expressam.

É uma metáfora real. Para todos, é imprescindível conhecer as mãos de Hélder Carvalho, nesta exposição que deve, com toda certeza, ir buscar outros espaços para se mostrar, pois embora tenham sido feitas quase que em sua totalidade em Garanhuns, o seu alcance é universal, e conquistará os diversos públicos.

Vá ver, e incentive todos ao seu redor!

SERVIÇO:
Onde: Galeria de Artes Ronaldo White
Sesc Garanhuns
Rua Manoel Clemente, 136
Informações: 87. 3761 2658
Quando: 18/5 a 23/6
Hora: 9h às 21h
Entrada Franca




Grupo de Trabalho na Câmara conclui relatório sobre Dívida dos Estados e municípios com a União

Foi aprovado, na Câmara Federal, em Brasília, o relatório final com as propostas dos deputados para a negociação da dívida dos Estados e municípios com a União. Depois de cerca de dois meses estudando o caso, o Grupo de Trabalho (GT), que tem como um dos integrantes o deputado federal Jorge Côrte Real, apresentará ao presidente da Casa, Marco Maia, e ao Colégio de Líderes, o resultado para definição do encaminhamento da proposta. No último mês de março a dívida com a União somava R$ 432 bilhões. Em Pernambuco, a dívida consolidada líquida no mesmo período era de R$ 2,7 bilhões, de acordo com dados da Secretaria da Fazendo do Estado.

O relatório contém duas propostas legislativas. A primeira, um projeto de lei complementar que altera a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e possibilita a renegociação dos contratos assinados com base na Lei
9.496/97 (dívidas dos estados), e nas medidas provisórias 2.185/01 (dívidas dos municípios) e 2.192/01 (dívida dos estados com o programa de socorro aos bancos estaduais - Proes). Atualmente, o artigo 35 da Lei (LRF) proíbe a revisão das dívidas. Ele foi incluído na lei para evitar um novo ciclo de endividamento de estados e municípios, como os que ocorreram entre 1980 e 1990.

A segunda alternativa seria acrescentar um substitutivo ao Projeto de Lei 1675/11, alterando os índices que reajustam a parcela mensal da dívida dos entes federados. Passando do atual IGP-DI mais 6% a 9% – o
valor é diferente para cada ente – e adotando o IPCA mais juros de 2%. A correção pelo novo índice seria limitada à taxa Selic corrente, que ao ter o índice reduzido seria usada para atualizar os contratos.

Para o deputado federal Jorge Côrte Real (PTB-PE) estas foram as saídas encontradas para facilitar a negociação sem onerar os cofres dos estados e municípios, e ao mesmo tempo, honrar o compromisso com a União (Governo Federal), como determina a lei.

O relatório final também autoriza os estados e municípios a abrirem negociação com o governo para reduzir o limite de comprometimento da Receita Líquida Real (RLR) com o pagamento das parcelas mensais da
dívida, que hoje varia de 11,5% a 15%.

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