quinta-feira, 8 de setembro de 2011
E-leitores se dividem na avaliação ao governo Dilma Roussef
Aproveitando a vinda da presidente Dilma Roussef a Garanhuns para a aula inaugural do curso de medicina na UPE, ao lado do governador Eduardo Campos, do reitor Carlos Calado, prefeito Luiz Carlos e o diretor da unidade, Pedro Falcão, procuramos saber dos nossos e-leitores como avaliam o governo federal.
Não foi o resultado que os pessimistas pensavam, também não foi um mar de rosas que os governistas queriam. Confiram:
Qual sua avaliação do governo de Dilma Rousseff?
Excelente 62 (21%)
Boa 79 (27%)
Regular 60 (21%)
Ruim 37 (13%)
Péssima 46 (16%)
Total de 284 votos.
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Vejam que nenhuma das alternativas tem 30% de indicações. Somando ruim e péssimo dá essa margem. Já contando excelente e boa não temos maioria, embora esteja mais próximo.
A alternativa vencedora foi eleita pelos que consideram o governo bom. Por uma média que fazemos no blog, a nota atribuída seria de 6,5, o que expressa de regular pra bom.
A enquete anterior também foi sobre Dilma e a aprovação às sua faxina e à corrupção foi maior que a aprovação ao seu governo em geral.
Portanto, a aula inaugural foi de medicina, mas na disciplina administração Dilma tem que estudar mais um pouquinho pra passar pela média direto. Por enquanto fica com 6,5.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
As pessoas devem participar mais dos partidos políticos
Tem gente que quer que as coisas mudem, mas se omite, e deixa que outras pessoas façam as coisas por elas! Garanhuns tá mais ou menos assim, muita gente reclamando e pouca gente participando onde as coisas realmente definem os rumos da cidade: Os partidos políticos.
Não adianta reclamar, viver angustiado, pois as mudanças só vêm com atitude, com participação.
Esse problema de participação, aliás, é um problema geral em Garanhuns. Associações, sindicatos, instituições públicas e privadas sofrem com a falta de pessoas comprometidas de fato com a coletividade.
Mas o problema é ainda maior na política. Tem gente que tem ojeriza de política, quer que as coisas mudem, mas não dão sua contribuição. As mudanças político-administrativas obrigatoriamente passam pelos partidos, que em Garanhuns são dominados por pouquíssimas pessoas, e que na maioria das vezes não têm interesse em discutir o status quo.
Reuniões e audiências públicas na Câmara são acompanhadas por poucas pessoas. A vida social da cidade também tem decaído nos últimos anos. As pessoas trabalham e quando chegam em casa se enclausuram, e se têm condições vivem viajando, no entanto cobram uma mudança na cidade. Só da boca pra fora as coisas não acontecem.
Entrem nos partidos políticos, de lá sairão as opções para a cidade, escolham a sigla que mais lhes agrada, opinem, critiquem, precisamos impactar esta cidade, e sem participação nada acontecerá.
Em outras cidades as entidades são ferramentas de desenvolvimento, sem a necessidade de se jogar tudo nas costas do poder público. Quando se tem uma sociedade forte, com gente participativa, as instituições funcionam e as coisas acontecem.
E não tenham medo da política, ela é necessária ao regime democrático. O que precisamos é aumentar a participação de verdadeiros representantes da sociedade, e de levar pessoas bem intencionadas de nossa cidade para dentro dos partidos políticos.
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publicado originalmente em 01/09/2011
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publicado originalmente em 01/09/2011
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