quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Faculdade de Direito da AESGA alcança 5º lugar no ranking da OAB Pernambuco


Eliane Simões recebendo premiação no Panamá pelo reconhecimento internacional a AESGA


A Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns (AESGA), mantenedora das Faculdades de Administração (FAGA), Direito (FDG), Ciências Sociais Aplicadas e Humanas (FAHUG) e Ciências Exatas de Garanhuns (FACEG), vem se destacando cada vez mais, especialmente quando o assunto é qualidade de ensino.

Investindo forte na qualificação profissional dos seus cursos, bem como dos profissionais que forma, a Faculdade de Direito de Garanhuns (FDG) comemora o brilhante desempenho da Instituição na lista das Faculdades do Estado que mais aprovam no Exame da Ordem dos Advogados no Brasil – OAB.

Desde a formação da primeira turma do curso de Direito da FDG, em 2009, os índices de aprovação dos alunos da Autarquia nos Exames da OAB vem crescendo, em consequência, principalmente, dos investimentos educacionais que vem sendo realizados. “A nossa meta é investir cada vez mais nesses alunos durante toda a sua graduação, de forma que estes, ao final do Curso, estejam preparados não apenas para o exame da Ordem, mas para o mercado de trabalho”, afirmou a presidente da AESGA, Eliane Simões Vilar.

Após alcançar resultados positivos nas últimas edições do Exame, a Ordem dos Advogados de Pernambuco divulgou na última semana o novo ranking de aprovação das Instituições de Ensino Superior, a qual a Faculdade de Direito de Garanhuns (FDG) ficou com a 5ª colocação no Estado, estando dentre as 10 IES de maior aprovação no Sistema de Avaliação.

“A AESGA e a FDG estão em festa, especialmente por conseguir um destaque cada vez maior em exames da Ordem, atestando desta forma a qualidade dos nossos alunos, do ensino oferecido por nossa Instituição e, especialmente, o compromisso de todos que fazem a Faculdade de Direito de Garanhuns”, acrescentou Eliane Vilar.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Vejam o vídeo da propaganda do GARANHUNS JAZZ FESTIVAL 2012

Belíssimo! Bravo!

Confiram o vídeo feito para publicidade em TV para o Garanhuns Jazz Festival. De muito bom gosto, mostra os grandes artistas da programação deste ano!

Processo eleitoral em Garanhuns só se define depois da capital


Acredito que muito da conversação das composições em nossa cidade passa por esta atual discussão estadual. A eleição na capital, os encontros e desencontros que podem unir ou afastar partidos da Frente Popular podem ser fundamentais para as coligações em Garanhuns, pois os acordos envolvendo PT, PSB e PTB, principalmente, além das legendas em órbita, visam criar e/ou manter espaços conquistados, e também definir as estratégias do tabuleiro eleitoral para 2014.

Com o avanço do PT que pode eleger João Paulo e elevar Humberto Costa à condição de favorito para 2014, Armando Monteiro se movimenta para ocupar o espaço da situação, com a possibilidade de ser o próprio candidato de Eduardo. Ele pode e deve pensar assim agora, mas Eduardo neste exato momento pensa em seu próprio candidato, que esteja nas fileiras de seu partido..
 
Portanto, se for interessante ao PTB mrchar com o governador, ele marchará, porém muito dificilmente nestas duas cidades, Recife e Garanhuns, se os candidatos forem João da Costa e Antônio João, respectivamente. Mas Armando tem dado sinais de entendimento com Eduardo, fez assim no Sertão na segunda-feira quando antecipou apoio ao candidato socialista.
 
Para Armando apoiar João Paulo neste momento é complicado, pois eleito JP não poderá devolver o apoio em 2014, por isto Armando defende a estratégia das candidaturas múltiplas, para ficar à vontade no primeiro turno.
 
Somente Armando e Humberto têm força dentro da Frente Popular para uma candidatura sem o apoio do governador, e se o PT tiver força total na capital, sairá fortalecido. Uma união de ambos pode enfraquecer o projeto de Eduardo de fazer seu sucessor dentro do PSB. Mas, tanto Armando quanto Humberto desejam o apoio do atual governo. Caso percebam que não terão, pode começar o cada um por si, como a movimentação de Armando para o Sertão e a união de Humberto e João Paulo se consolidando.
 
Quanto ao PT em Garanhuns, não é consenso, aliás, existe muita resistência a indicar o vice de Antônio João, até como estratégia partidária. Parece que o nome de Rosa Quidute também não tem hegemonia. Alguns petistas históricos prefeririam discutir mais o processo eleitoral. A indicação pode vir de Recife, mas quem decide são os filiados na cidade. 
 
O quadro político em Garanhuns só se resolverá depois de abril ou maio, quiçá mais próximo das convenções, e provavelmente somente depois que se resolverem as questões maiores na capital.

Armando: Não nos cabe dizer ao PT quem deve ser o candidato

Dando continuidade ao ciclo de conversas com os partidos da Frente Popular de Pernambuco, o senador Armando Monteiro, presidente do PTB estadual, recebeu em seu escritório, na tarde desta quarta-feira (25), o presidente do PSC, deputado federal Carlos Eduardo Cadoca, pré-candidato a prefeito do Recife. Armando e Cadoca conversaram por cerca de 40 minutos sobre a ideia, defendida por diversos partidos governistas, de se lançar mais de um candidato à Prefeitura da capital.

Armando Monteiro explicou, após o encontro, que o processo de consultas e conversas com os representantes das legendas ainda não se esgotou. Na próxima semana, ele deve se reunir com o deputado federal Eduardo da Fonte, também pré-candidato no Recife pelo PP. “Essa busca de alternativas é de interesse da própria Frente Popular. Por quê? Aquele que seria o candidato natural, o atual prefeito, tem revelado dificuldades para aglutinar as outras forças. E o próprio partido dele tem dificuldades para conduzir esse processo internamente”, ressaltou Armando.

Mas o senador fez questão de afirmar que, apesar da busca por uma alternativa, respeita o PT e rejeita qualquer tipo de interferência no processo interno do partido: “Não cabe a nós, não me parece próprio, que a gente vá dizer ao PT quem deve ser o candidato deles. Isso é querer se imiscuir num assunto que é do partido”.

No entanto, o senador explicou que os demais integrantes da Frente Popular de Pernambuco não podem ficar apenas esperando, passivamente, uma definição do PT. “O que é que nos cumpre? Procurar alternativas. Nós não podemos ficar a reboque, uma Frente não pode ficar caudatária inteiramente da definição de um partido, que pode ser uma definição que aglutine ou não”, salientou. E sobre isso, o deputado Cadoca acrescentou em seguida: “Daí a possibilidade de ter alguém, fora do PT, que aglutine e seja o candidato da Frente”.

Para Armando, toda a movimentação se justifica também em função do peso do Recife e da necessidade de inserir o município neste momento de forte desenvolvimento de Pernambuco. “Compreendendo a importância estratégica do Recife, pelo que o Recife representa, e sabendo também que esse projeto que vem mudando Pernambuco tem que ter no Recife uma tradução do ponto de vista político, seria difícil imaginar que essa Frente não pudesse ainda estar à frente dos destinos do Recife. Senão pelo partido que já ocupa a prefeitura, mas através de um outro partido que tem identidade com o projeto liderado pelo governador Eduardo Campos”.
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