terça-feira, 19 de agosto de 2014

Senac oferta 185 vagas em cursos gratuitos em Garanhuns, Paulista, Glória do Goitá e Recife



Até domingo (24), o Senac, através do Programa Senac de Gratuidade (PSG), está com inscrições abertas para 185 vagas em cursos gratuitos nas cidades de Garanhuns, Paulista, Glória do Goitá e Recife. São oito cursos de diversas áreas como Imagem Pessoal, Gastronomia e Gestão, por exemplo. 

Entre as capacitações ofertadas estão: curso de Garçom, Cabeleireiro, Auxiliar de Cozinha, Cuidador de Idoso, Almoxarife, Auxiliar de Pessoal e Bartender. As vagas são destinadas para pessoas com renda familiar per capita de até dois salários mínimos, trabalhador empregado ou desempregado e estudante matriculado ou egresso da educação básica. Além dos requisitos do PSG, o candidato deve atender aos pré-requisitos do curso escolhido.

As inscrições são exclusivamente pela internet, no site do Senac www.pe.senac.br

Os candidatos deverão optar por apenas um curso e fazer somente uma única inscrição. O preenchimento das vagas obedecerá à ordem de inscrição. O resultado será divulgado no dia 25 de agosto, no site da instituição. Após o resultado, os candidatos às vagas oferecidas no Recife devem efetuar a matrícula no dia 25 de agosto, enquanto nos demais municípios as matrículas se estendem pelos dias 25 e 26 de agosto. 

Dependendo do curso escolhido, as aulas já iniciam a partir do dia 26. O edital completo deste processo, com o cronograma, a distribuição de vagas entre os cursos e local de realização das aulas, está disponível no site do Senac. 

Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone 0800 081 1688.

Poesia popular de Antônio Marinho no velório de Eduardo Campos

Antônio Marinho é filho de Bia Marinho e Zeto, que faziam os versos para Miguel Arraes. A linhagem é de São José do Egito. 

O menino era a voz dos versos de Eduardo Campos. Neste domingo, no velório do ex-governador, coube a ele encerrar apresentações artísticas, das quais contaram com Petrúcio Amorim, Maciel Melo e Alceu Valença.

Marinho, antes de ler os versos, afirmou que não seria fácil, e que não sabia encerrar, já que suas participações sempre preparavam a fala de Eduardo Campos. Emocionado, mas vibrante, como sempre o faz, uniu a arte com o discurso político, nos versos abaixo:



Vamos plantar Eduardo e adubar este plantio
De sonhos pelo que é justo, do bem diante do hostil
Nosso guerreiro tombou, mas sua alma subiu
No céu brilhante da história, um astro novo surgiu
Guiando todos os olhos, do rebanho que pariu
E hoje se sente órfão, pelo farol que partiu
Mas partiu pra brilhar mais, no firmamento de anil
Será luz na caminhada, Deus consola quem feriu
Nós seguiremos unidos, pois ele nos reuniu
Vamos pegar no serviço, como ele sempre pediu
Pra levantar a bandeira, que a meio mastro caiu
Pois Eduardo está vivo, em tudo que construiu
Todo povo brasileiro, o seu legado assumiu
Vamos estar firmes na luta, seguindo quem nos uniu
Eduardo, todos nós 
seguiremos tua voz, 
sem temer nenhum algoz, 
sem desistir do Brasil

(Antonio Marinho - Poeta)

Campanha de Armando e João Paulo continua suspensa



A Coligação Pernambuco Vai Mais Longe (PTB, PDT, PT, PRB, PSC e PTdoB) vem a público reafirmar o compromisso assumido com a sociedade pernambucana de manter suspensas as atividades da campanha majoritária até terça-feira (19), em respeito à memória do ex-governador Eduardo Campos e das demais vítimas do trágico acidente que enlutou o Brasil.

A decisão tomada pelos candidatos ao governo, Armando Monteiro, a vice-governador, Paulo Rubem Santiago, e ao Senado, João Paulo, de suspender as atividades pelo período de sete dias, continua mantida, independentemente da movimentação da coligação adversária.

Somente a partir desta quarta-feira (20), as agendas de Armando, Paulo Rubem e João Paulo voltam à normalidade, bem como a distribuição de material publicitário, a circulação de carro de som, o trabalho da militância nas ruas e as atividades nos comitês.

Entrevista de Dilma no Jornal Nacional é confusa



A presidente Dilma Roussef recebeu William Bonner e Patrícia Poeta no Palácio da Alvorada para a entrevista ao Jornal Nacional.

Em pouco mais de quinze minutos, os jornalistas focaram nos escândalos de corrupção, com William tentando forçar a presidente a reconhecer a incompetência do governo em tratar do tema, principalmente nos quadros do PT. O mensalão também foi lembrado, sem citar a expressão. Bonner chamou de corruptos os membros da cúpula do partido que foram condenados pela mais alta corte do país e cumprem penas. Dilma desconversou, e disse que não comentaria a decisão do Supremo. William queria saber como ela e o partido ainda defendiam os condenados. No início da entrevista, o jornalista citou uma série de casos de corrupção em alguns ministérios. Dilma registrou que seu governo e do presidente Lula, foram os que mais criaram mecanismos de combate à corrupção, oferecendo condições à Procuradoria Geral da República e ao Ministério Público de investigar os desvios de conduta de seus auxiliares.

A verdade é que a entrevista foi atropelada. As perguntas, por vezes muito compridas, não deixavam muito tempo para as respostas, que também fugiam do cerne da questão. Patrícia falou da situação da saúde no país, e Dilma fez um histórico do programa Mais Médicos. Patrícia tentou replicar, mas o tempo passava rápido e Bonner puxou de novo a conversa. 

O terceiro tema tocado foi a economia. William questionou a situação e o fato da presidente repassar a responsabilidade do baixo desempenho para a crise mundial. Provavelmente aí Dilma teve seu melhor momento, lembrando que não houve demissões e sem aumentar impostos "pelo contrário, diminuímos" - disse a Presidente. Mas as respostas eram sempre muito truncadas, ora pela dificuldade em elaborar uma resposta concisa, ora pelas sucessivas entradas dos jornalistas, que não se mostravam satisfeitos com as respostas.

Acho que o formato escolhido de pressionar os entrevistados por quinze minutos acabou por impedir respostas mais precisas, limitando a temas polêmicos de cada um. As entrevistas poderiam deixar os candidatos mais à vontade, mesmo tocando nestes mesmos temas polêmicos. No Jornal Nacional, principalmente nesta entrevista de Dilma, não houve uma "conversa". Os apresentadores tentaram focar nos temas mais polêmicos do governo e do PT, e a presidente tergiversou a maior parte do tempo, não tocando diretamente no tema perguntado.

A impressão que vai ficar é que estamos ruim de candidatos, todos eles com sérios problemas e sem qualidades para assumir o principal posto da nação.

Nesta terça-feira começa o guia eleitoral na Tv e rádio.

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