segunda-feira, 23 de abril de 2012

Álvaro Porto se surpreende com decisão do TCE



Conversamos com o prefeito de Canhotinho, Álvaro Porto, que se mostrou surpreso com a decisão do TCE de considerar ilegais 55 contratações em sua administração. Álvaro informa que não recebeu nenhum documento do órgão comunicando a irregularidade, e portanto não tem como antecipar nenhuma explicação, mas que ao contrário do que diz o TCE, não tem incentivado o nepotismo em Canhotinho. "Teve um caso de um sobrinho que estava contratado como médico e que precisou deixar porque passou na residência na capital. E com o quadro de falta de médicos que temos, se ele pudesse ainda estava lá, não porque é meu sobrinho, mas porque precisamos de profissionais na área". Quanto a um outro nome na lista que é colocado como sendo sua irmã, Álvaro demonstra a maior supresa de todas -"Nunca ouvi nem falar. Vai ver que tenho esta irmã e não sei."

A informação diz que o prefeito contratou amigos também, e Álvaro se defende dizendo que se não puder contratar amigos na cidade vai ficar difícil administrar, pois conta com mais de 90% de aprovação popular justamente pela sua forma amigável de tratar as pessoas, considerando todos amigos.

Mas o problema mesmo é o tempo de contrato que teria excedido o prazo máximo de dois anos. O prefeito informou que estará divulgando uma nota oficial, e também buscará informações ao TCE, para verificar junto a Secretaria de Administração do município as condições dos contratos citados pelo tribunal. "São contratos que excederam o prazo de dois anos, no período em que estávamos fazendo o concurso para o funcionalismo municipal". - Completou o prefeito canhotinhense, demonstrando confiança na resolução do problema junto ao Tribunal de Contas do Estado.

Álvaro, já reeleito, tem uma das maiores aprovações pela população do Agreste Meridional.

Estudantes de Medicina da UPE divulgam NOTA DE ESCLARECIMENTO - Confira!


O estudante é a força propulsora do país, justamente, por estar sempre em busca do conhecimento e da melhor forma que esse conhecimento pode ser aplicado. Assim, são formados os diversos profissionais necessários ao desenvolvimento econômico do país.

Aos estudantes do primeiro curso de Medicina da Universidade de Pernambuco do Campus Garanhuns é dada a responsabilidade de transformar, eficiente e qualitativamente, a realidade da saúde no interior de Pernambuco, estado que, por ser uma das referências brasileiras na Medicina bem como na economia, abraçou a política de interiorização da saúde em conjunto com o governo federal representado pela Presidente Dilma Rousseff (que até esteve presente em nossa aula inaugural).

Contudo, para que a formação desses estudantes se dê de forma responsável e equilibrada – sem que haja contratempos, tais como o atraso de quase um mês da aula inaugural desse curso, o número insuficiente de professores e a falta do prédio com salas, biblioteca e laboratórios próprios para o curso de medicina –, é preciso:

1) Concurso público para quadro permanente de professores de acordo com todas as disciplinas necessárias a formação do estudante de Medicina;

2) Construção do prédio com salas, biblioteca e laboratórios com características necessárias ao curso de Medicina, e prover o laboratório de anatomia de peças anatômicas naturais;

3) Vincular a administração do Hospital Regional Dom Moura à da Universidade de Pernambuco e adequar esse hospital aos parâmetros reais de um Hospital Universitário, nos moldes vigentes pelos Ministérios da Saúde e da Educação.

Nós, estudantes de Medicina da UPE-Campus Garanhuns, alimentamos com seriedade o compromisso com a Educação e a Saúde por respeitarmos a população brasileira, principalmente, aquela que tem sofrido bastante com a ainda atual precariedade da saúde pública. É o nosso desejo atender ao pedido do Governador Eduardo Campos em nossa aula inaugural: “Guardem o compromisso de atender o povo pobre com quem vocês vão aprender nos hospitais públicos”.

É assim que construiremos um Brasil melhor por fazer a nossa parte no interior de Pernambuco e por – como o Governador Eduardo Campos destacou – “marcar época pelo desejo de saber e de ser solidário aos que mais precisam”. Para que isso seja possível, é preciso favorecer a boa formação do futuro médico. Afinal, esse sempre foi um dos investimentos da população brasileira a partir do pagamento dos impostos e de outras responsabilidades. É essa mesma população que já não aguenta esperar pela resolução dos problemas da saúde pública, e é ao lado dela que nós – estudantes de Medicina da UPE-Campus Garanhuns – estamos.

Em respeito aos nossos atuais competentes professores (que não mais nos acompanharão a partir do terceiro período devido a restrições do Processo de Seleção Simplificada), à sociedade pernambucana, aos nossos familiares e a nossa dedicação como estudantes, resolvemos por expor toda essa conjuntura.

Garanhuns-PE, 22 de abril de 2012.

ComECE
Coordenação de Comunicação, Eventos, Cultura e Esportes
CAMUP - Centro Acadêmico Ulysses Pernambucano do curso de Medicina UPE-Garanhuns

DIVULGADA PESQUISA PARA PREFEITO EM GARANHUNS - Confira os números.


Magno Martins acaba de divulgar os números da pesquisa que encomendou para Garanhuns, feita pelo instituto Opinião de Campina Grande. Confiram os números aqui, acessem o blog do jornalista Magno Martins para saber mais, e depois faremos outras postagens comentando o resultado, que aponta Izaías Régis na liderança, com Zé da Luz 7% atrás, e Antônio João Dourado com menos de 2%. Incrível. Acaba sendo o grande perdedor dessa pesquisa.


Izaías Régis (PTB) 27%
Zé da Luz (PHS) 20.8%
Aurora Cristina (PSDB) 9.6%
Dimas Carvalho (PCdoB) 6,2%
Sivaldo Albino (PPS) com 5,2%
Rosa Quidute (PT) 4,2%
Paulo Camelo (PSOL) 2,8%
Júlio César (PDT) 2%
Antônio João Dourado (PSB) 1,8%.

Brancos e nulos somam 7,6% e indecisos 12,8%.

Foram ouvidos 500 eleitores em Garanhuns entre os dias 18 e 19 deste mês. A margem de erro é de 4,4% para mais ou para menos. O registro no TRE recebeu o número 00015-2012.

Repercute notícia sobre o curso de medicina da UPE em Garanhuns

O Jornal do Commercio deste domingo trouxe uma reportagem mostrando as condições ainda precárias do curso de medicina da UPE, onde os alunos reclamam da falta de estrutura para as aulas, com deficiência em laboratórios e tudo mais.

Nesta segunda, o jornalista Roberto Almeida relatou parte do problema, inclusive fazendo um comparativo com a FAMEG, que tem toda a estrutura pronta para iniciar as aulas, e no entanto pena com a burocracia federal, que não foi observada na autorização do curso de medicina. São duas situações diferentes, com legislações diferentes, e resoluções diferentes.

Alexandre Marinho republicou a crítica de Roberto, e a jornalista Rivânia Queiroz, do Blog do Magno Martins, reverberou para todo o estado. Pelo texto da jornalista, a observação de Alexandre parecia até ser mais contundente e ampla, como uma crítica velada à toda a administração estadual, citando-o politicamente. Entretanto, ao contrário, a observação é pontual, específica ao curso de medicina que claramente, como todos sabem, não é nenhum segredo, tem deficiências técnicas ainda a serem superadas com o investimento do governo do estado, já que a Universidade de Pernambuco é pública. Alexandre tem sido um defensor do governo estadual em Garanhuns e tem alertado a necessidade de nossa cidade aproveitar o ótimo momento que o estado vem vivendo, principalmente na aplicação de uma administração pública competente, que se preocupe em elaborar bons projetos, dinâmicos, atraentes e que possibilitem geração de emprego e renda, como um Centro de Convenções para grandes feiras e eventos na cidade.

Não é nenhum escarcéu entender e fazer esta crítica sobre o curso de medicina na UPE, o próprio governador sabe que o curso foi aberto para suprir uma grande lacuna no interior do estado, e por isto Garanhuns agradece o empenho de Eduardo Campos, pois se trata de um grande investimento de impactos econômico e social, pois vai movimentar nossa economia, colocando em prática o polo educacional universitário, que gera capital e conhecimento, além do desenvolvimento social, com a formação de médicos que ficarão na região melhorando o atendimento  na área que é um dos maiores problemas de qualquer governo, a falta de médicos.

Mas, devido à sua abertura em tempo recorde, há um ano, os investimentos ainda estão chegando, dificultando o processo de aprendizagem.

Portanto, não se trata de uma questão de ser contra ou a favor do governo, de ser contra ou a favor de Eduardo Campos, é só uma questão de observação. O curso é importante para Garanhuns, mas que tem realmente suas deficiências técnicas a serem superadas com investimento público, o mais breve possível, isto tem, e, pronto, só isso!

Mais que isso é querer inventar fatos políticos em ano de eleição. 

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