segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Tadeu Alencar faz reuniões em Garanhuns



O ex-Procurador Geral do Estado e ex-Chefe da Casa Civil do Governo Eduardo Campos, Tadeu Alencar, está em Garanhuns, onde faz reuniões políticas com grupos que o apoiam na cidade. Na noite desta segunda-feira tem encontro com o ex-prefeito Luís Carlos e seu grupo. Na terça-feira, pela manhã, tem encontro com lideranças políticas regionais, e ao meio-dia promove uma reunião aberta, convidando artistas, profissionais de comunicação, da saúde e da educação, além de contar com amigos.

Tadeu foi o interlocutor de Eduardo junto a lideranças da região durante o segundo governo, principalmente, quando chefiou a Casa Civil. Fruto disto, tem apoios importantes em todo o estado, mas principalmente na região, onde conta, entre outros, com Sandoval Cadengue, Eudson Catão, Judith Alapenha, entre outros. O vereador Paulo Leal, voz do PSB na Câmara Municipal, apoia Tadeu.

Por muito pouco Tadeu não foi o candidato a governador, e também por pouco não fez a dobradinha com Sivaldo Albino, no entanto, conquistou amigos e apoios importantes na cidade.

O filho de Eduardo Campos, João, que iniciou sua trajetória política pelo Agreste, não escondeu o laço afetivo que unia a família a Tadeu, dizendo que Eduardo o tratava como irmão. Prestigiado, o ex-secretário tem apoio de peso na Frente Popular, como o prefeito do Recife, Geraldo Júlio, e com os apoios no Agreste, espera contar com expressiva votação.

Os organizadores do encontro desta terça-feira, pedem que as pessoas confirmem com antecedência, se possível, a presença.

NETNOGRAFIA: Ferramentas auxiliam entendimento de comportamento do consumidor




O constante compartilhamento de experiências e opiniões sobre produtos, marcas, empresas e atividades de consumo nas redes online são um grande termômetro para as empresas. E com métodos diferenciados de análise é possível traçar o comportamento do consumidor para o desenvolvimento de estratégias mais assertivas. Uma delas é a Netnografia, método qualitativo de pesquisa, oriundo da Antropologia, uma ciência cultural com base na observação dos consumidores em suas comunidades. “É a etnografia conduzida na Internet, pesquisa com foco qualitativo, interpretativo, adaptado das técnicas de pesquisa antropológicas etnográficas para o estudo das culturas e comunidades online”, segundo o coordenador do Curso de Business Intelligence da FGV EAESP, Raul Ranauro Javales Júnior, sócio também do TNVG. O especialista, que assinou consultoria técnica do livro “Netnografia”, do pioneiro nesta disciplina, o canadense Robert V. Kozinets, acredita que esta é uma forma eficaz de obter subsídios para um trabalho estratégico nos dias atuais.

E não é a toa. Pesquisa do IBOPE Inteligência para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM), em 2013, apontou que os consumidores ficam online, em média, 3 horas e 39 minutos nos dias de semana, enquanto nos finais de semana, o tempo conectado da população é de 3 horas e 43 minutos. Este tempo é significativo quando consideramos estudo do e-Bit, ao mesmo ano, que constatou que o Brasil já mantém um volume de 105 milhões de usuários de internet (fixa e móvel), e que o número de e-consumidores poderia chegar a 51 milhões. E eles são cada vez mais multicanal, conforme análise da Nielsen, que demonstrou que este público realiza suas compras em mais de um ponto de venda.

ZÉ GOMES - Criminalizar a homofobia, uma tarefa inadiável!



As redes sociais amanheceram tomadas por indignação, originada pela intervenção fascista e homofóbica do candidato Levy Fidélix no debate de presidenciáveis realizado pela TV Record no domingo à noite. Temos que canalizar a força dessa revolta em uma pauta política, e avançar na luta contra a homofobia que mata por todo o Brasil.

No dia 19 deste mês, no fechamento da Semana da Diversidade, participei de debate de candidatos ao governo organizado pela ONG Leões do Norte e pela boate Metrópole. Iniciei minha apresentação afirmando que há uma série de políticas que precisam ser implementadas, algumas incluídas em nosso programa de Governo, mas que o centro da mobilização e luta política tem que ser pela criminalização da Homofobia. O candidato Armando Monteiro se fez ausente e mantém um discurso vago sobre a criminalização. Já Paulo Câmara tentou fugir do balanço negativo do atual governo na área de Direitos Humanos, que no fim de 2013 intencionou extinguir a Secretaria Executiva de Direitos Humanos - que só foi mantida por pressão da sociedade -, e do abandono orçamentário do Conselho Estadual de Direitos Humanos. Não assumiu posição sobre a criminalização da Homofobia e nem sobre o casamento civil igualitário.

Minha participação no debate foi encerrada com um chamado à mobilização para o combate à intolerância e por mais direitos e liberdade, e para que se coloque a luta pela criminalização da homofobia no centro da ação politica. Se a homofobia já tivesse sido tipicada como crime, Levy Fidélix teria saído preso dos estúdios da Record. O exemplo do que sucedeu aos racistas que insultaram o goleiro Aranha, do Santos, é a demonstração de que a sociedade precisa dessa lei para se proteger dos fascistas, homofóbicos e intolerantes.

Criminalizar a Homofobia já!

Zé Gomes, candidato do PSOL ao Governo de Pernambuco

Estudantes da UPE Garanhuns participam do Projeto Colmeia‏



Uma das iniciativas de maior referência do Sesc Pernambuco, o Projeto Colmeia, aconteceu durante a sexta-feira (26) em Garanhuns.

Mais de 50 serviços de saúde e cidadania, além de ações educativas e preventivas, foram ofertados à população na Praça Cultural Mestre Dominguinhos. Durante a ação, alunos dos cursos de Psicologia e Medicina da Universidade de Pernambuco (UPE) ofereceram serviços à população.

Os estudantes de psicologia, além de atendimentos na área, ainda se movimentaram pela praça com cartazes coloridos: “Doam-se abraços”. O objetivo foi incentivar o afeto nas relações interpessoais. Já os estudantes de medicina fizeram atendimentos no stand da Universidade, contando com grande fluxo de pessoas durante todo o dia.

Desde 1988, quando, surgiu no Recife, o Projeto Colmeia já obteve cerca de um milhão de atendimentos. O interior recebe as ações desde 2003. A intenção é de melhorar a qualidade de vida e resgatar a cidadania da população.

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