sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Sivaldo volta para conferir a construção da famosa ponte

Está no Blog do vereador Sivaldo Albino.

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Tudo começou com a denúncia do vereador Sivaldo Albino que apontou com documentos o desvio dos recursos destinados a recuperação e ampliação da Ponte no sítio baraúna no Distrito de Miracica. A repercução do escândalo foi nacional e gerou uma ação do Ministério Público contra o Prefeito Luiz Carlos, sua filha Andrea Fabiana, secretário Municipais e os donos da Empresa Construlins Construtora.

Após toda essa repercução, a Câmara Municipal de Garanhuns criou uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI para apurar as irregularidades, sendo esta comissão composta por: Vereador Dimas Carvalho – Presidente, Vereador Ary Souto – Relator e Vereador Sivaldo Albino – Membro. Após apresentação em plenário do relatório o Vereador Sivaldo Albino se pronunciou totalmente contra o arquivamento da CPI, prometendo lutar via judiciário para que os culpados sejam realmente punidos.

Depois de ter sido arquivada a CPI por 8 votos à 3 (votaram a favor do arquivamento os Vereadores : Ary, Dimas Carvalho, Silvio Sabino, Zaqueu, Gersinho Filho, Marcelo Marçal, Zé de Vilaço e Natalício Rodrigues. Votaram contra o arquivamento : Sivaldo Albino, Junior Negrão e Geraldo Lucena), agora a Ponte do Sítio Baraúnas está sendo recuperada.

O Vereador Sivaldo Albino esteve nesta quinta feira (11) ao lado de sua assessoria visitando as obras da Ponte do Sítio Baraúna, e ficou satisfeito com o que encontrou, que realmente a obra esta sendo feita, inclusive sendo realizada pelos próprios servidores do Município, fruto também de uma emenda de sua autoria apresentada a LOA 2010 no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), e que segundo declarações do Secretário de Comunicação Social deverá ter um custo de R$ 15.000,00 (quinze mil reais), isso quer dizer quase R$ 3.200,00 (três mil e duzentos reais) mais barata do que o valor que a Construlins Construtora Ltda recebeu pela a obra que não realizou.

Sivaldo frisa a importância que teve sua denúncia e demonstrou sua alegria em ver que uma obra que já tinha mais de 50 anos e que há muitos anos precisava de uma recuperação está sendo contemplada, melhorando o acesso de todos daquela comunidade, inclusive proporcionando a economicidade da Administração Pública em ter o custo da obra reduzido.

Sivaldo se comprometeu com os moradores do Sítio Baraúna que irá acompanhar a obra até o final, para que a mesma seja realizada com boa qualidade e que seja concluída em breve.
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http://vereadorsivaldo.blogspot.com/

Escola Técnica Municipal forma novos profissionais


Tem sido cada vez mais difícil encontrar pessoas que trabalhem em determinadas categorias profissionais, como é o caso de pedreiro, eletricista, mecânico, etc.

Pensando nisso, e proporcionando a possobilidade de geração de renda através da capacitação profissional, a Prefeitura de Garanhuns, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, vem trabalhando junto aos alunos da Escola Técnica Municipal, o desenvolvimento de diversas atividades profissionalizantes.

Entre os cursos oferecidos pela instituição estão: Marcenaria, Serralharia Industrial, Tornearia Mecânica e Informática Básica. Na Escola são fabricados produtos como: cadeiras, mesas, tendas, barracas, churrasqueiras, berços, janelas, cestos para lixo, brinquedos, vasos para plantas, suportes para vinho, máquinas para a produção de vassouras, de sabão, e para ralar milho; dentre outros produtos. Tudo a partir de material reciclado em madeira, ferro ou plástico.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ornilo Lundgren, a Escola recebe jovens de Comunidades carentes, a exemplo da Maçaranduba, Indiano, Parque Fênix, Liberdade, Várzea e Cohab 3, entre outros, que chegam motivados com a oportunidade de se profissionalizar. “Eles têm a história do nosso presidente Lula, como referência de sucesso. E nós oferecemos aulas teóricas aliadas a muita prática para profissionalizá-los e torná-los aptos a entrar no mercado de trabalho”, registra o Secretário.

E como resultado desse trabalho desenvolvido pela Escola Técnica Municipal, recentemente, um grupo de jovens da Escola, formalizou parceria com a Associação Santa Quitéria, que trabalha com a produção de artesanatos em geral e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, para a utilização do espaço e equipamentos da Escola, no intuito de produzir peças, que servirão para montagem do próprio negócio. Eles pretendem produzir Abrigos Cobertos para a comercialização de produtos na feira de artesanato, que acontece no Santuário da Mãe Rainha, um dos principais atrativos Turísticos da cidade.

“Essa parceria complementa o curso, tornando-se uma espécie de Pós-Graduação. O que na verdade se configura em um projeto inovador de inclusão de jovens carentes no mercado empreendedor”, declarou Ornilo Lundgren. A Escola Técnica Municipal funciona de segunda a sexta-feira, no horário de 8 as 12 horas.
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Agora comigo: Seria interessante agregar novos cursos para construção civil, como pedreiro e técnicos em eletricidade e parte hidráulica.

Substituição tributária aumenta em até 700% ICMS de empresas do Simples


É o que mostra levantamento do Sebrae; mais de 400 mil produtos estão sujeitos a esse tipo de tributação e empresários reclamam de dificuldades nos negócios

Dilma Tavares

Levantamento comparativo feito pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ) mostra os estragos que a cobrança do ICMS via substituição tributária vem fazendo nos micro e pequenos negócios, principalmente os inscritos no Simples Nacional. Dependendo do local e do produto, o aumento entre o imposto pago no Simples Nacional e o que é pago via substituição tributária se aproxima de 700%. O problema afeta mais de 2 milhões de empresas dos setores de comércio e indústria que estão entre as cerca de 4,3 milhões de empresas do Simples Nacional.

A substituição tributária (ST) ocorre quando uma empresa, normalmente indústria ou atacadista, recolhe o imposto, no caso o ICMS, devido pelos demais integrantes da cadeia produtiva até o consumidor final. No caso do ICMS, o governo de cada estado determina qual será a empresa substituta tributária e os produtos sujeitos a essa tributação. Já são mais de 400 mil produtos sujeitos à ST, milhares deles produzidos ou vendidos por micro e pequenos negócios de áreas como alimentação, vestuário, materiais de construção e de escritório. O problema se agravou após o Simples Nacional entrar em vigor, em julho de 2007.

O Simples Nacional foi criado pela Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06) para reduzir burocracia e tributação para os pequenos negócios. Para isso, unifica a cobrança de seis tributos federais (IRPJ, IPI, PIS, Cofins, CSLL e INSS patronal), o ICMS estadual e o ISS municipal. Todos pagos num único boleto e numa unida data. A tributação é reduzida e escalonada, aumentando de acordo com a receita bruta da empresa.

Para as empresas do comércio a alíquota do ICMS começa com 1,25% para aquelas com receita bruta anual de até R$ 120 mil, e vai até 3,95% para as que têm receita bruta anual de até R$ 2,4 milhões. Com a substituição tributária elas deixam de pagar o ICMS reduzido no Simples Nacional e passam a pagar o imposto pela alíquota cheia, normalmente de 18% nos estados mais industrializados, sobre a Margem de Valor Agregado (MVA) – percentual aplicado sobre valor do produto no inicio da cadeia produtiva para estimar o seu preço para o consumidor final. A MVA muda de percentual dependendo do produto e do estado.

Em São Paulo, maior centro industrial do País, por exemplo, o MVA do creme de barbear é de 76% e a alíquota do ICMS, que serve de base de cálculo da substituição tributária, é de 18%. No comparativo entre o ICMS inicial de 1,25% pago pelo produto no Simples Nacional e o valor pago via substituição tributária, o aumento é de 668,80%. No papel higiênico, que tem MVA de 45%, a alta é de 346,40%. Com MVA de 20% o sabonete tem aumento de 196,80%. Mesmo estando entre os produtos da cesta básica, com MVA de 27% e ICMS de 7%, nas massas alimentícias a alta é de 18,4%.

Em Minas Gerais, onde a alíquota do ICMS também é de 18%, o aumento é de 653,6% nas lentes para óculos de grau, que tem MVA de 110%. Para cadernos escolares, com MVA de 65%, a subida é de 467,20%. No Rio Grande do Sul, com ICMS de 17%, o imposto para o caramelo, com MVA de 51%, sobe em 359,20%. Para o molho de tomate, que tem MVA de 50%, a subida é de é 352,80%. Na cuca, o tradicional pão doce, com MVA de 24%, o aumento é de 85,60%.

“Na prática, a substituição tributária anula a redução do ICMS a que essas empresas têm dentro do Simples Nacional e faz com que elas paguem mais imposto”, diz o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto. Segundo avaliação da instituição, o aumento sistemático da pauta de produtos sujeitos à substituição tributária acaba com o caráter nacional do sistema de simplificação e de tratamento diferenciado para os pequenos negócios por parte dos estados. “Em relação ao ICMS, o Simples Nacional praticamente não existe mais”, alerta o gerente de Políticas Públicas da instituição, Bruno Quick.

Pagamento antecipado

Outro problema: no Simples Nacional o imposto é pago a partir no dia 20 do mês seguinte ao da venda. Com a substituição tributária o imposto é recolhido normalmente na indústria ou no atacado, antes de o produto chegar ao varejo. A empresa escolhida como substituta tributária recolhe a sua parte do tributo e também o imposto dos demais integrantes da cadeia, incluindo-o no preço do produto na emissão a nota fiscal.

O problema, conforme o Sebrae, é que o prazo para pagamento dado pelo fornecedor da pequena empresa, muitas vezes de 30 a 60 dias, é menor do que o tempo necessário para a revenda e o recebimento do valor do produto no varejo. Geralmente, este valor é financiado ao consumidor em até seis vezes ou mais, no cartão de crédito ou no cheque pré-datado. Se o empresário recorrer ao sistema financeiro para cobrir essa defasagem o problema se agrava, em decorrência dos altos juros cobrados no desconto de títulos e empréstimos para capital de giro. O entendimento é que, assim, os pequenos negócios financiam o Estado, arrebentam seu capital de giro e perdem a competitividade.

“Isso acaba com o caixa e a competitividade da empresa”, confirma Davidson Luiz Cardoso, dono de uma pequena ótica em Belo Horizonte. Em virtude do problema, ele adiou o sonho de abrir uma filial. “Tem produto com prazo de validade, como cola escolar, que se você não vende perde tudo, inclusive o imposto”, reforça o dono de uma pequena papelaria e diretor da Câmara de Dirigentes Lojistas da capital mineira, Marco Antônio Gaspar, que alerta para fechamento de negócios. No caso em que a pequena é substituta tributária, ela tem que recolher o imposto dela e o da empresa para a qual está vendendo o produto, repetindo problemas em relação ao capital de giro e competitividade.

Outro problema é a antecipação do ICMS nas divisas estaduais, praticada principalmente pelos estados compradores. É o mesmo processo da substituição tributária, com o ICMS incidindo sobre um valor estimado para venda ao consumidor final e demais tributações. O imposto é pago na hora, no posto da Secretaria de Fazenda, antes mesmo de o produto chegar ao ponto de venda.

“O mundo derruba fronteiras para se integrar e o Brasil cria barreiras internas, dificultando a competitividade das empresas, na contramão do que ocorre na economia internacional”, afirma o gerente adjunto de Políticas Públicas do Sebrae, André Spínola.

Burocracia

A substituição tributária também tira o caráter desburocratizante do Simples Nacional. As empresas precisam de controles paralelos para produtos que saem do sistema e entram na ST. Muitas vezes, por falta de estrutura administrativa, elas não fazem isso e acabam pagando o imposto duas vezes: via ST e via Simples Nacional. Há também as empresas que, mesmo não revendendo produtos com ST, utilizam insumos tributados dessa forma, como farinha de trigo para fazer produtos alimentícios. Elas pagam o imposto no insumo e não podem abater no preço do produto final.

Solução

O levantamento sobre impactos da substituição tributária junto às micro e pequenas empresas do Simples Nacional foi realizado para subsidiar a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no Congresso Nacional, que propôs o Projeto de Lei Complementar 591/10, em tramitação na Câmara dos Deputados. Ele altera a Lei Geral e resgata a eficácia do Simples Nacional, retirando as micro e pequenas empresas integrantes do sistema da aplicação da ST - exceto para produtos como cigarros, bebidas alcoólicas, combustíveis e energia elétrica. O projeto também define que nas aquisições interestaduais não haverá recolhimento de diferencial de alíquota.

Seminário

A substituição tributária e seus impactos nas empresas e na economia brasileira estarão em debate nesta terça-feira (09/11), em São Paulo, durante o Seminário Reforma Tributária Viável: Desafios do ICMS Rumo ao Desenvolvimento Nacional. A iniciativa, que vai reunir especialistas brasileiros e estrangeiros, é uma promoção do Sebrae e do Núcleo de Estudos Fiscais da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (NEF).

Fonte: Agência Sebrae de Notícias / GIRO CONTÁBIL CRC-PE - 11/11/2010

SEBRAE realiza curso para profissionalização de bandas em Garanhuns


O curso “Música Ltda – como transformar sua banda em uma microempresa” é uma adaptação do livro. O curso é dividido em dois módulos.

O objetivo do Módulo Básico é desenvolver conhecimentos e técnicas que possibilitem ao participante:

a) entender a cadeia produtiva da música na atualidade
b) identificar comportamentos empreendedores
c) formalizar o empreendimento musical de modo sustentável
b) planejar a carreira e aposentadoria
d) buscar fontes alternativas de financiamento

O conteúdo programático do Módulo Básico é composto por cinco tópicos:

1. A indústria da música
2. Empreendedorismo
3. Estatuto da microempresa
4. Planejamento
5. Finanças

Público Alvo: Músicos e Empresários musicais

Período: 16 a 18 de Novembro
Horário: 08h às 14h

Local de inscrição: SEBRAE Garanhuns

Taxa de Inscrição: R$ 20,00 (vinte reais)
* A inscrição dará direito ao livro Música Ltda.

Informações: (87) 3762-1752

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