segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

PERNAMBUCO / Projeto de Lei garante prioridade de contratação para mulher vítima de violência doméstica

Proposta impacta na seleção de cargos terceirizados das empresas contratadas pelo Estado


Um relatório da ONG Suíça Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos (Cohre), apontou que a dependência econômica do companheiro aparece como o principal impedimento para que as mulheres rompam os ciclos de uma relação abusiva e violenta. Cerca de 24% das que foram ouvidas pelo estudo disseram que, apesar dos ataques que sofrem, não se separam porque não têm como se sustentar. Assim, denunciar o agressor, é apenas o primeiro passo para a reestruturação da mulher vitimizada. 

É imprescindível que sejam ofertadas condições mínimas para que estas mulheres possam restabelecer seu equilíbrio mental e emocional para seguir uma nova vida sem violência. 

Em consonância com sua principal proposta política, a Delegada Gleide Ângelo apresenta o Projeto de Lei nº1684/20 para viabilizar a inserção das mulheres em situação de violência doméstica no mercado de trabalho – desde que estas estejam inscritas em programas de geração de emprego, renda, qualificação técnica e profissional do Governo do Estado. 
“Muitas das mulheres agredidas, saem de casa, se mudam para a casa de parentes. Mas, com o passar do tempo, sem conseguir um emprego que garanta seu sustento, essas mulheres, muitas vezes, não têm outra saída a não ser voltar a viver com seu agressor”, pondera a parlamentar. 
Uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA, 2019) nas capitais do Nordeste, revelou que 11,9% das mulheres entre 15 e 49 anos sofrem violência emocional e 5,3% sofrem violência física, a cada ano. Esses indicadores revelam a urgência no desenvolvimento de políticas públicas para a superação desta pandemia social. 

Assim, concerne ao Estado o papel de fomentar e implementar políticas públicas que assegurem a estas vítimas condições de alcançarem sua independência econômica e autonomia social. 
“Um emprego remunerado vai significar uma cura para essas mulheres. Vai levar para elas esperança, oportunidades de vida. É preciso libertar essa mulher, mostrar que ela é capaz e que pode muito mais”, conclui.

EM SP, VOLTA ÀS AULAS EM ESCOLAS PARTICULARES NÃO AUMENTA CONTÁGIO


Um levantamento elaborado pela Associação Brasileira de Escolas Particulares em parceria com o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo indicou que a retomada das atividades nas instituições privadas não resultou em uma maior infecção pelo coronavírus. 

De acordo com o estudo, 87% dos colégios pesquisados relataram não ter sequer um caso registrado de Covid-19. Entre os professores, contudo, o número é um pouco menor, mas ainda otimista: 75% disseram não ter sido infectados. A reabertura das escolas para atividades de reforço foi liberada no estado em setembro. Um mês depois, parte das aulas presenciais foi retomada.

AGORA COMIGO: Frise-se bem. Estudo do Sindicato das Escolas Particulares em São Paulo.
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IMPORTÂNCIA DO OXÍMETRO

Um dos aparelhos mais importantes para acompanhar a situação de um paciente com suspeitas de Covid-19 é o oxímetro. 

A repórter de VEJA Laryssa Borges conta no Diário da Vacina como o objeto se tornou companheiro de todas as horas desde o dia em que ela recebeu a vacina experimental da Johnson & Johnson. Ela ressalta, porém, que é preciso calma para usar o aparelho de forma correta e não tirar conclusões precipitadas. O oxímetro serve para medir o nível de oxigenação do sangue (um dos sintomas da Covid é a redução deste índice) com a ponta do dedo.

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