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terça-feira, 17 de setembro de 2013

O tempo de Eduardo Campos


O governador de Pernambuco não tem pressa para se decidir sobre a disputa de 2014, mas quase todos em sua volta têm. É que no dia 05 de outubro precisam estar nos partidos pelos quais pretendem disputar, conforme a legislação eleitoral exige. Por Eduardo, ele retarda o quanto puder, pois somente a conjuntura do próximo ano daria a noção exata de suas possibilidades. Se as pesquisas apontassem um segundo turno e seu nome incluso na briga para disputar com Dilma a presidência, ele seria candidato, claro.

Em uma média dos institutos que fizeram pesquisas recentes, Eduardo tem em torno de 6%, e ele gosta deste percentual de saída. Para governador, em sua primeira eleição, partiu da metade disso. Mas ele sabe que precisa de tempo de televisão, e isto só conquista com aliados fortes. Mas estes aliados fortes querem saber agora se ele é candidato a presidente, pois precisam definir seus próprios encaminhamentos.

Para analisar este quadro, e a relação com o governo Dilma, que ameaça desalojar o PSB de Eduardo do Ministério, tirando a pasta da Integração Nacional de Fernando Bezerra Coelho, é que os principais líderes do Partido Socialista Brasileiro estão reunidos em Brasília.

Eduardo que adiar a decisão. O PSB talvez, e os aliados, não!

Em Pernambuco a situação é quase a mesma. Eduardo quer deixar para definir seu candidato aos 48min do segundo tempo. O partido acompanha o líder, mas os aliados estão cobrando esta decisão para saber se são governo ou oposição, principalmente o PTB de Armando Monteiro.

Eduardo deu o aviso, ninguém precisa esperar pelo PSB. Mas ele tem um padrinho que vai esperar até o último momento: Lula.

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