quinta-feira, 13 de junho de 2013

ABRE NA SEXTA: Izaías acaba com imprensado de feriadão



O Governo Municipal informa que nesta quinta-feira (13), cumprindo o feriado religioso do padroeiro de Garanhuns, Santo Antônio, os prédios municipais estarão fechados. Na sexta-feira, dia 14, os servidores das autarquias e secretarias voltam ao trabalho normalmente. Igualmente como procedeu no último feriado de Corpus Christi, quando também não houve imprensado, o prefeito Izaías Régis ratifica que o trabalho da gestão é baseada em pilares de compromisso e responsabilidade com a população. “A prestação de serviço não pode parar. Respeitamos a data da quinta-feira, dia de Santo Antônio, padroeiro do município, e voltamos ao expediente no dia seguinte”, finaliza. 

SECOM Garanhuns
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AGORA COMIGO: Com esta decisão, o prefeito acaba de vez com os imprensados, ou seja, aquele dia que fica entre o feriado e o final de semana será sempre dia de funcionamento normal para a Prefeitura de Garanhuns. O primeiro aconteceu no Corpus Christi e agora no Santo Antônio. Portanto, dá a entender que continuará assim.

A princípio, os servidores não devem ter gostado, pois era costume decretar ponto facultativo e aí não funcionava. Mas pensando direitinho, o certo mesmo é abrir, servir à população, já que não tem explicação lógica para fechar, a menos que seja trocado por outra data, como é feito em outras ocasiões.

VILA DO QUARTEL: Programação da Vila do Forró 2013

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Estudo vai avaliar papel dos fundos de investimento nas economias do Norte e Nordeste

A Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais (SFRI), do Ministério da Integração Nacional, está em fase de conclusão de um amplo trabalho de avaliação do Fundo de Investimento da Amazônia (Finam) e do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor), dois instrumentos de políticas públicas, criados por decreto há quase 40 anos com a finalidade de incentivar o setor produtivo nessas regiões. Essa avaliação tem como principal objetivo analisar alguns dos efeitos econômicos, ambientais e sociais provocados pelos empreendimentos beneficiados.

“Neste momento estamos consolidando a base de dados dos últimos quatro anos, comparando os dados financeiros das empresas com dados internos do MI. Avaliamos, por exemplo, a relação do vulto das liberações de verbas com indicadores econômicos, além de algumas reflexões correlatas às finanças públicas”, afirma o diretor do Departamento Financeiro e de Recuperação de Projetos da Secretaria de Fundos, Henrique Sampaio. Segundo ele, o levantamento está demonstrando a magnitude dos resultados alcançados, “principalmente quando se comparam os volumes de recursos liberados com a arrecadação tributária nas localidades que acolheram projetos do Finam/Finor”.

Henrique Sampaio destaca que a avaliação é extremamente criteriosa, permitindo uma leitura aprofundada de projetos que consolidaram seus propósitos e que receberam o Certificado de Empreendimento Implantado (CEI) emitido pelo Ministério da Integração Nacional, responsável pelo gerenciamento do Finam/Finor desde 2001, quando os antigos administradores, Sudam e Sudene, foram extintos pelo Governo Federal em meio a denúncias de corrupção nos dois órgãos. Também desde esta época foram suspensas as entradas de novos projetos, embora os dois fundos permaneçam vivos, com saldos ativos. “Estamos gerenciando a carteira, visando principalmente dentro dos aspectos legais, recuperar os projetos existentes para sua conclusão”, esclarece o diretor da SFRI.

Projetos implantados – Desde 1974, época de sua criação, 3.990 empreendimentos foram beneficiados com recursos e incentivos concedidos pelos dois fundos de investimentos, sendo 1.575 na Amazônia e 2.415 no Nordeste. Destes projetos, foram destacadas as empresas que receberam o CEI nos últimos dez anos. São empreendimentos rurais e urbanos que contemplam, sobretudo, setores da agroindústria, de infraestrutura e de turismo, entre muitos outros. As liberações de recursos no âmbito do Finam/Finor já atingiram a cifra de R$ 20 bilhões, considerando a atualização monetária e todos os projetos aprovados.

Para a Secretaria de Fundos Regionais e Incentivos Fiscais, a apresentação destes números permite elaborar um retrato dos efeitos dos fundos nas suas respectivas áreas de abrangência, além de reforçar o desejo do Ministério da Integração Nacional de abrir o debate sobre a contribuição do Finam/Finor no processo de melhoria dos níveis de competitividade e de qualidade de vida em duas das regiões menos favorecidas do país.

“Apontar apenas os casos de insucesso, amplamente divulgados e devidamente apurados nas diversas instâncias dos poderes Legislativo e Executivo, além dos órgãos de controle interno e externo, é desconsiderar a avaliação de que a maioria dos projetos foi, na verdade, positiva e representa algo de extrema significância para a efetivação dos instrumentos que fizeram a sua história e tem um lado construtivo que deve ser considerado”, observa Jenner Guimarães, Secretário de Fundos e Incentivos Fiscais do Ministério da Integração Nacional.

Origem dos recursos – Segundo o decreto de criação do Finam/Finor os dois fundos seriam alimentados por opções de renúncia fiscal realizadas por pessoas jurídicas de todo o Brasil, contribuintes do Imposto de Renda incidente sobre o lucro real (impostos sobre a exploração de atividades produtivas), podendo deduzir parte deste imposto, até o exercício fiscal de 2013, como forma de incentivo fiscal para aplicação em projetos destinados à Amazônia e ao Nordeste. As empresas optantes também poderiam receber cotas de participação do fundo voltado para a região em que se estabelecesse.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

UPE: Pernambuco comemora 22 anos da Sua Universidade



Por mais de duas décadas em que o mundo mudou sob a égide do conceito de desenvolvimento autossustentável, a Universidade de Pernambuco (UPE) vem demonstrando que a sua missão permanece válida e desafiadora para a qualidade de vida pernambucana.

Já temos história para contar dos sucessivos gestores que dirigiram esta Universidade e das gerações de protagonistas da comunidade universitária. A UPE, que nasceu “multicampi” e com presença de leste a oeste do Estado de Pernambuco, expandiu suas ações, capilarizou seus projetos em todas as regiões de, praticamente, todo o Estado, destacando-se as unidades de educação e educação e saúde com sede no Recife e Região Metropolitana, Nazaré da Mata, Caruaru, Garanhuns, Arcoverde, Serra Talhada, Salgueiro, Petrolina e Palmares, que atendem demandas interestaduais.

Frente a uma série crescente de desafios à sua responsabilidade social, a UPE conquistou a tão sonhada GRATUIDADE dos alunos da graduação, a diversificação de cursos de graduação e expansão de programas “stricto sensu” (Mestrado e Doutorado) nas unidades dos campi do Recife, além de projetos em andamento de criação de novos programas em Nazaré da Mata, Caruaru, Garanhuns e Petrolina.

Em relação ao alvorecer da UPE, processos novos permeiam a comunidade acadêmica com questões contemporâneas como: educação a distância, gênero, problemas geracionais (como criança, juventude e idosos), sexualidade, afrodescendente, indígena, drogas, prostituição, diversidades e identidades sociais ocupam debates, estudos e pesquisas da Universidade.

A internacionalização também vem ampliando o leque de parcerias e intercâmbios com Universidades de países latino-americanos, europeus e asiáticos.

No compasso do novo milênio, a UPE reformou seu Estatuto, requalificou seu Regimento Geral e aprovou seu Código de Convivência, colocando-se na vanguarda do contexto universitário nacional.

Parabéns Comunidade Universitária!!! Parabéns Sociedade Pernambucana!!!



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