sábado, 27 de novembro de 2021

Covid: nova variante assusta, e países suspendem voos do Sul da África




A Covid voltou a assustar o mundo com a identificação de uma nova variante encontrada na África do Sul e já detectada em Israel, Bélgica e Hong Kong. A Organização Mundial da Saúde (OMS) batizou a cepa de “Ômicron” e a classificou como uma “variante de preocupação” — aquela que, além de se alastrar, impacta no curso da doença, por exemplo, elevando a taxa de transmissão, mudando ou aumentando os sintomas ou reduzindo a efetividade de medidas de saúde.
A reação foi imediata e teve escala global. A União Europeia e países como Estados Unidos, Canadá, Índia e Reino Unido suspenderam voos originados no Sul da África.

Repercussão no Brasil: o Ministério da Saúde emitiu alerta de risco sobre a variante. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata de voos provenientes de seis países africanos. O presidente Jair Bolsonaro disse que avalia “medidas racionais” sobre a entrada de estrangeiros no país, mas não explicou o que será feito.

Opinião de especialista: o virologista Amílcar Tanuri, da UFRJ, explica que a variante preocupa porque tem muitas mutações em partes cruciais do vírus: “É motivo para apreensão, mas não para pânico”. 

Vacinação antirrábica tem início na área rural de Garanhuns neste sábado (27)




Com o intuito de ampliar a proteção de cães e gatos, a Campanha de Vacinação Antirrábica será realizada, a partir deste sábado (27), em diversas localidades da área rural de Garanhuns. O cronograma vai contemplar os distritos, sítios e comunidades quilombolas; com pontos de apoio fixo nas Unidades Básicas de Saúde de São Pedro, Iratama e Miracica I.

A equipe da Secretaria de Saúde também irá garantir a vacinação em domicílio, nas localidades de difícil acesso e residências com grande quantidade de animais. Até o momento, mais de 5200 animais não humanos já foram vacinados contra a raiva durante a campanha, este ano.

Podem ser vacinados cães e gatos a partir de quatro meses de idade, que não tenham sido imunizados contra a raiva nos últimos 12 meses. Nos pontos fixos, os animais devem ser conduzidos por um tutor responsável adulto.

Assessoria de Comunicação – Secretaria de Saúde de Garanhuns

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

Dose de reforço: cadastro está disponível para pessoas de 18 a 54 anos de idade

 



O município de Garanhuns vai iniciar a aplicação da dose de reforço para pessoas com 18 anos de idade ou mais. Este público deverá respeitar o critério de cinco meses após a aplicação da segunda dose para a vacina de reforço. O cadastro está disponível por meio da Plataforma Vem Vacina (vemvacinagaranhuns.site).

O intervalo de quatro meses continua válido para pessoas com 55 anos ou mais e trabalhadores da saúde no município. Para os imunossuprimidos segue válido o período de 28 dias após a última dose do esquema básico. “Já estamos chegando a 9 mil doses de reforço aplicadas. É fundamental que todos que se vacinaram com a primeira e segunda dose, façam o cadastro para receber a dose de reforço. Só assim vamos continuar vivenciando este momento de maior tranquilidade em nosso município e superar a pandemia da Covid-19”, destaca o prefeito Sivaldo Albino.

Atualmente, Garanhuns está com 90% da população estimada vacinada com a primeira dose. Um total de 75% das pessoas já receberam a segunda dose. O índice de doses aplicadas, considerando o total de vacinas recebidas, é de 92,40%.

Auxílio Brasil deveria ser permanente e sem filas, mas governo é contra




A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (25) o texto-base da proposta que cria o Auxílio Brasil.

Segundo o colunista José Paulo Kupfer, enquanto a MP dos Precatórios está sendo discutida, um Auxílio Brasil básico, nos moldes e valores do extinto Bolsa Família, que começou a ser pago em meados de novembro, torna evidente a necessidade de atualizar e ampliar o programa de transferência de renda.

Para Kupfer, diante do quadro de expansão dos níveis de pobreza e extrema pobreza, qualquer programa de transferência de renda deveria ser estruturado e executado. Para começar, deveriam ser construídos bases de dados confiáveis e atualizáveis, capazes de permitir um dimensionamento correto das necessidades. A partir daí, os recursos suficientes deveriam ser arregimentados.

Na análise do colunista, e for aprovado na versão apresentada pelo relator, o Auxílio Brasil implicará não só aumento da população beneficiada, mas também dos valores dos benefícios e, em consequência, do volume de recursos que deverão estar disponíveis. Por enquanto, o governo e seus apoiadores, no Congresso e na sociedade, a começar dos integrantes do mercado financeiro, só aceitam ampliar gastos até fins de 2022, como se viu na resistência ao reajuste automático dos valores dos benefícios pela inflação.

Bem difícil argumentar que essa limitação temporal dos gastos do programa não embute um caráter populista e eleitoreiro, em benefício do presidente Bolsonaro, candidato à reeleição, e de sua base no Congresso. Todas as experiências bem-sucedidas mostram que um autêntico programa de transferência de renda, além de condicionantes claras - principalmente frequência escolar comprovada e caderneta de vacinação atualizada para dependentes -, deve ser permanente e com benefícios em valores bem calibrados.

Não é um fundo sem limite ou um saco sem fundo. Gastos sociais "excessivos" e, mais do que isso, ineficazes, dão aos pobres com uma das mãos e tiram com a outra, sob a forma de pressões inflacionárias, que reduzem o poder aquisitivo. Trata-se de uma questão de prioridades de uma sociedade, e da alocação correta dos recursos disponíveis.

Reduzir a pobreza e as desigualdades, e mais ainda, acabar com a fome, são prioridades incontestáveis. Não só do ponto de vista social, moral e humanitário, mas também econômico"

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