segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Natal de Garanhuns começa a ser montado pela CDL


A Câmara de Dirigentes Lojistas de Garanhuns já está nos últimos preparativos para iniciar mais uma edição do Natal dos Sonhos, que teste ano acontece no período de 8 de dezembro de 2012 a 8 de janeiro de 2013.

O Projeto contemplará a decoração e iluminação com a temática natalina nas avenidas santo Antônio e Rui Barbosa voltada para o resgate da valorização do humanismo e sentimento peculiares a esta época.

Um outro aspecto vivenciado pela decoração deste ano é o encantamento das famílias através da observação e até mesmo da participação na programação cultural, que deverá ser vivenciada paralelamente ao projeto em diversos locais da Cidade, a exemplo do espaço hora literária, o qual será desenvolvido na praça Tavares Corrêa, ponto que abriga um dos maiores atrativos turísticos no Município, o tão conhecido Relógio de Flores. Neste espaço o artista Valdir Marino receberá uma série de convidados no trabalho Contos e Encantos do Natal.

A proposta decorativa será oficialmente inaugurada no dia 8 de dezembro com a apresentação da Cantata Natalina “Anjos que Cantam”, apresentada pelo Grupo Diocesano de Artes no espaço aberto do Seminário São José, localizado na Avenida Rui Barbosa.

Para o presidente da CDL Garanhuns, Fernando do Couto Soares o Natal deste ano será especialmente encantador. “A equipe da CDL Garanhuns este ano superou-se em dedicação e empenho para que tenhamos uma decoração natalina à altura da respeitabilidade e reconhecimento turístico que a cidade representa em todo o estado de Pernambuco”, informou.

Couto destacou ainda que parcerias com outras instituições, como o SEBRAE, FIEPE, ACIAGAM, UNICRED AGRESTE MERIDIONAL, MANO IMÓVEIS, CAFÉ OURO VERDE, BONANZA SUPERMERCADOS, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL e tantos outros foram essenciais para a construção de um projeto de sucesso como deverá ser este em 2012. Além das empresas, outro apoio significativo ao natal dos Sonhos desde o ano passado foi o do deputado estadual e prefeito leito de Garanhuns Izaías Régis.

Em breve todo material informativo do Natal Encantado deste ano será lançado e exposto a população, inclusive com a montagem, que esta programada para ser iniciada nesta segunda-feira, dia 19 de novembro.

CAPOEIRAS E ANGELIM: Expectativa por decisões do TSE


Há na região dois municípios que estão de olho no Tribunal Superior Eleitoral - TSE. O primeiro é Angelim, que teve indeferido o registro da candidatura de Marco Calado, atual prefeito, que foi reeleito em 7 de outubro. Na decisão do Ministro que recebeu o processo, Marco foi considerado inelegível. Assim, a situação de momento é por uma nova eleição, já que obteve maioria absoluta dos votos contra seus adversários. Porém, a coligação que apoia o prefeito recorreu e levou o debate para o Pleno do TSE, ou seja, agora a decisão será proferida pelo conjunto dos ministros.

O outro município é Capoeiras, com situação parecida, mas ainda falta a primeira decisão ministro que recebeu o caso, ou seja, creio que qualquer resultado de sua parte, vai acabar também descendo para a decisão colegiada.

Aguardam-se ambas as decisões para esta semana, porém, a de Capoeiras, como ainda cabe recurso, deve se arrastar ainda por mais alguns dias. Aliás, caso Neide Reino também seja considerada ficha suja e perca sua eleição, neste caso o segundo colocado, Luís Claudino - Dudu, assume, pois a eleita não obteve maioria absoluta dos votos válidos.

Artigo - A MORTE PLANEJADA - Gláucio Veras



Volto sempre a me recriminar quando, tocado pela realidade,perco o controle da vontade e torno a recriminar o que me prometi – em vão – “deixar pra lá” por pura desesperança.
Esses dias, em um dos raros momentos de mergulho na realidade próxima oferecido pelos meios eletrônicos, li relato de um velho amigo falando sobre o desmonte do velho Hospital Osvaldo Cruz, ligado visceralmente à Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco desde os seus tempos de FESP, “meus tempos”, portanto, antes de se tornar UPE.
Diante desta dolorosa notícia, relembrei automática e imediatamente dos idos dos anos 70, onde o Hospital Osvaldo Cruz viveu – digamos – o seu auge!
Detinha uma atuante reitoria, uma excelente direção tanto do Hospital quanto da Faculdade, e a maioria dos seus Serviços eram dirigidos, ainda, pelos fundadores da Faculdade – de maneira que existia garra e honra envolvidos na manutenção da Faculdade e do Hospital – e não apenas a “gestão”, como hoje se costuma dizer.
Os Serviços, como já disse, se destacavam. Era o velho : Luiz Carvalho Tavares da Silva, excelente cirurgião cardíaco, a conseguir doações e a implementar a cirurgia cardíaca no HOC iniciando uma era de ponta na tecnologia e no ensino.
Eram os velhos Professores que fizeram a história da Instituição, como Waldemir Soares de Miranda José Pandolfi, Ulisséa Pereira Vianna, Antônio Cesário de Melo, José Constantino da Silva Júnior, Rinaldo José Soares de Azevedo, Fernando José Rodrigues Soares de Azevedo, Luiz Gonzaga Vieira Regueira, Nagib Assi, Hugo José da Cunha Oliveira, Clóvis de Azevedo Paiva, Paulo de Queiroz Borba, Leduar Figueiroa de Assis Rocha, e assim, todos os outros de quem me lembro e que vou parar de citar para não cometer o pecado de deixar alguém de fora desta memorável lista.
Pois bem: do auge a queda, não se passou tanto tempo.
Hoje o HOC faz notícia, não pela manutenção da sua excelência em serviços, mas por mostrar a ameaça que sofre – inclusive de ser fechado dado o seu estado de miserabilidade.
O que acho pior, é a sensação de que este estado de miserabilidade se me afigura ser uma situação calculada, medida e programada, justamente por aqueles a quem cabia evitar este desfecho.
Não é desconhecido que o Estado de Pernambuco, de forma insidiosa, há tempos que desarma a sua estrutura estatal de saúde, delegando-a, aos poucos, à administração privada através de uma Fundação gerida e do maior interesse particular do seu secretario de saúde.

A Fundação IMIP, que leva inclusive o nome da mãe o secretário, aos poucos engole as verbas destinadas a administração dos Hospitais públicos de Pernambuco e, com o complacente silencio de todas as Entidades Médicas, vai englobando administrativamente hospital após hospital.
Um desmonte do HOC, a quem poderá interessar? Quem deverá assumir dando ares de administração extra estatal, recebendo milhões de reais para administrá-lo “a seu gosto”, fugindo da regra Constitucional do Art. 196, onde AINDA se lê que “A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”


Para tal, aproveitam-se os “amigos do Rei”  de uma imensa brecha, também constitucional, contida já no artigo seguinte, o Art. 197, quando determina a seguir QUE:”São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao poder público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.”
Portanto, nada melhor do que premiar amigos “dentro da Lei” – do que “justificar” uma repassagem de serviços que passarão a ser rentáveis, quando estes foram reduzidos à míngua por uma política de saúde destinada a premiar amigos...

Sim, premiar! Porque nenhum dos Hospitais repassados para a administração privada estão “apresentando prejuízos”, e seus administradores privados e fundacionais não são “bonzinhos” e estão a amargar o repasse de um abacaxi...


Assim, explorando de brecha em brecha, procuram os tais gestores da Res publica “desmanchar” uma das “falhas” contidas na Constituição de 1988, que foi a garantia estatal do Direito à Saúde.


Ninguém se espante quando da próxima revisão constitucional, tal empecilho for jogado pela janela pelos “gestores modernos”, que no intuito de privilegiar seus amigos e prováveis financiadores políticos atuarem neste sentido: se livrarem do lastro da responsabilidade estatal.


O pior que assistimos, é a passividade das entidades médicas, ao assistirem tais medidas sem desencadearem nenhum tipo de violento protesto, de grande mobilização em todos os níveis. Reclamam, sim. Mas apenas para não serem acusadas de completa omissão. Trocam a ação pela letargia quase total, adotando ações ineficazes, mas “livrando a cara”... pois não é bom brigar com poderosos.


Enfim: o que fazer? Que atitude adotar para que entendam que o cargo administrativo não equivale a uma procuração em branco, determinando ao seu detentor o poder sem limites?


No meu entender, é simples: um, quer ser Presidente. 
Outros, querem se manter nos seus postos. 
TODOS dependem de VOTOS!
Os VOTOS, AINDA SÃO NOSSOS!

A RESPOSTA ESTÁ DADA....
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Gláucio Veras

domingo, 18 de novembro de 2012

Sport reage bem e Náutico ainda pode cair

O Sport está agora a apenas um pontinho de sair da zona de rebaixamento. Neste domingo venceu o Botafogo em casa, dois a zero, e a Portuguesa cedeu o empate ao Grêmio depois de estar vencendo por dois a zero.

O Palmeiras está rebaixado, juntando-se a Figueirense e Atlético-GO.

O quarto rebaixado será conhecido nas próximas rodas, aliás só faltam duas, e acaba com o clássico pernambucano Náutico e Sport.

Antes disso, o Náutico que está a apenas cinco pontos da zona de queda enfrenta o Bahia (que também luta pra não cair) em Salvador, e o Sport recebe o campeão Fluminense. Dois jogos complicados. Parece que o Flu vem meia-boca.

A Portuguesa que está um pontinho acima do vermelho, viaja para o sul onde enfrenta o Internacional (que perdeu agora a pouco para o Corinthians) e na rodada final recebe a Ponte Preta.

Portanto, tudo pode acontecer, e já não têm como apontar facilmente quem será o quarto rebaixado. O Sport arrumou forças na reta final enquanto outros clubes ainda esperneiam, principalmente Bahia, Portuguesa e até o alvirrubro de Rosa e Silva, que está assim porque não conseguiu uma vitória sequer fora de casa. Pra o Náutico cair precisa dar tudo errado, perder as duas e seus adversários diretos vencerem seus jogos! Seria um azar ou falta de competência catastrófico, depois de um belo campeonato.

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